Arquivo do mês: março 2013

Liberdade na Estrada – Adrualdo Catão ( Video)

Vídeo da palestra proferida em 2012 no evento Liberdade na Estrada que aconteceu na Universidade Federal de Alagoas e ainda contou com a presença de Fabio Ostermann e Hélio Beltrão. Adrualdo Catão é consultor do Estudantes Pela Liberdade AL- Não Quebre a Janela e Doutor em Teoria e Filosofia do Direito pela Universidade Federal de Pernambuco. Professor de Filosofia do Direito da Graduação e do Mestrado da Faculdade de Direito de Alagoas, FDA/UFAL.

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por | 31 de março de 2013 · 20:40 PM

Em defesa do torcedor de futebol (alagoano ou não)

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Comunicado dos Estudantes pela Liberdade de Alagoas

O grupo Estudantes pela Liberdade (EPL) de Alagoas repudia o Termo de Compromisso e de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado na última quinta-feira (21/03) pelo Ministério Público Estadual (MPE), Polícia Militar, Federação Alagoana de Futebol (FAF) e representantes dos clubes alagoanos de futebol CRB e ASA.

De acordo com esse termo de compromisso, a torcida visitante nas partidas entre os referidos clubes está proibida de comparecer ao estádio caracterizada ou em posse de qualquer traje ou utensílio que faça menção ao clube por qual torce, como bonés, bandeiras, calções, agasalhos, toucas e instrumentos. A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Maceió, que coordenou a audiência sobre o termo, considera a ação “necessária para garantir a segurança dos torcedores que vão ao estádio”.

Os Estudantes pela Liberdade rejeitam a estratégia de segurança definida pelo termo não apenas por sua evidente ineficácia, como também pelos princípios legais e morais contra os quais atenta. Pois, se resta claro a todos os torcedores que frequentam estádios de futebol que os responsáveis pelos lamentáveis episódios de violência neles registrados não são trajes, bonés, ou instrumentos, mas as pessoas que cometem os crimes de lesão corporal, formação de quadrilha e mesmo outros, também se devem considerar inegociáveis os princípios da liberdade de manifestação do pensamento e expressão do cidadão, torcedor ou não.

Esperamos, pelos motivos acima, que os órgãos públicos e associações desportivas responsáveis pelo termo de compromisso e seu cumprimento revejam a estratégia de segurança a ser adotada nas partidas entre CRB e ASA no Campeonato Alagoano de Futebol de 2013.

Estudantes pela Liberdade de Alagoas.

Para saber mais do caso: http://gazetaweb.globo.com/noticia.php?c=336798&e=3

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Um experimento socialista

Esse conto de Adrian Rogers volta e meia é compartilhado nas redes sociais, fazendo bastante sucesso. Ainda que o acontecimento seja ficção, suas lições são verdadeiras.

Um Experimento Socialista

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.

Após calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.

O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso.”

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;

4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividí-la;

5. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

* Para quem se interessou em saber mais sobre os problemas teóricos e práticos do socialismo, deixo aqui os links de dois livros essenciais para esse estudo.

O Calculo Econômico Sob o Socialismo( Ludwig Von Mises)

http://www.mises.org.br/files/literature/calculo_socialismo.pdf

A Teoria da Exploração do Socialismo-Comunismo(Eugen Von Böhm-Bawerk)

http://www.mises.org.br/files/literature/A%20teoria%20da%20explora%C3%A7%C3%A3o%20do%20socialismo-comunismo%20-%20WEB.pdf

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PROJETO UNIDOS, LEREMOS

QUEM SOMOS

Somos viciadas em livros pessoas que reconhecem a importância do hábito da leitura para a compreensão do mundo. Em um belo dia de sol, precisamente em um bar de Maceió, decidimos emplacar de vez com um projeto de incentivo à leitura, com ações multidirecionadas que seguem entre o estímulo ao hábito e o acesso às obras.

POR QUE VIEMOS
Alagoas é o estado com o maior número de analfabetos do país. Também lidera o recorde – se assim podemos falar – em analfabetismo funcional. Maceió quase não tem livrarias. As poucas bibliotecas são desertificadas, no que se refere a visitas espontâneas. Há pessoas que acham os livros chatos, que acham os livros perda de tempo, que acham os livros cansativos. Há pessoas que não acham livros. Há quem leia por obrigação.
Viemos porque acreditamos que a leitura – tendo a liberdade como meio e como fim – pode lotar bibliotecas, abrir livrarias, criar espaços espontâneos para compreender e solucionar os problemas do mundo e das nossas casas. Viemos porque também reconhecemos o óbvio: não é possível incentivar o hábito da leitura sem promover o acesso aos livros e aos autores.

COMO NOS AJUDAR
Há várias formas de nos ajudar. Uma bem permanente: doando livros. Estamos constantemente aceitando novas obras para distribuição nas ações que, sim, já estamos desenvolvendo!

Outra forma de nos ajudar é participar dessas ações, ou auxiliar na divulgação.
Para mais informações, vocês pode entrar em contato conosco através dos telefones: (82) 9309-8197, 8854-4106 e 9183-2858, através de nossa página do facebook: Unidos, Leremos ou blog: unidosleremos.blogspot.com.

Essa iniciativa tem o Apoio dos Estudades Pela Liberdade de Alagoas.

EPL Nacional: http://www.epl.org.br/

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Violência em Alagoas e a falácia do desarmamento

*Equipe Não Quebre A Janela

070313mapavSegundo o Mapa da Violência 2013, Alagoas ainda é o estado brasileiro com a maior taxa de homicídios por armas de fogo do Brasil, de 55,3 mortes deste tipo por 100 mil habitantes. A taxa é muito superior à de 2005, de 30,3 (fonte: Ministério da Saúde), ano em que terminou a primeira Campanha do Desarmamento. Alagoas foi o estado com o segundo (!) melhor desempenho no país, nessa primeira campanha, que foi implementada de 2004 a 2005. Mais armas continuaram sendo recolhidas no estado. Por exemplo, em 2011, 248 armas foram entregues pela população; em 2012, 160 armas.

Além disso, segundo o Mapa da Violência 2012, há, em Alagoas, apenas 49 portes de arma autorizados pela Polícia Federal.

Todos os dados acima expõem com clareza a falácia do argumento defendido pelo governo e ONGs desarmamentistas de que quanto menor a posse e o porte de armas de fogo, menor será a violência. Alagoas, o estado mais violento do Brasil, é uma prova do contrário!

Interessado em estudar e discutir sobre esse e outros assuntos da nossa vida social e política?

Entre para o grupo dos Estudantes pela Liberdade em Alagoas pelo link abaixo:

https://www.facebook.com/groups/epl.al/?fref=ts

http://gazetaweb.globo.com/noticia.php?c=335721&e=12

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Como as escolas privadas estão servindo aos mais pobres – Pauline Dixon



Legenda por André de Holanda

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Dez regras de ouro para avançar na liberdade em 2013

Tradução de Santiago Staviski 
Revisão: Cesar Ailson Barros

Promessas de Ano Novo geralmente são algo importante em um ano, mas são esquecidas no ano seguinte. Verdade suficiente para a maioria de nós, a maior parte do tempo. Então, quando 2013 começou, eu decidi pular essa parte das promessas de ano novo. Em vez disso, eu planejei trabalhar duro, mais e melhor esse ano, em nome de algo que não consigo imaginar a vida sem — liberdade.

Assim como a liberdade é indispensável para o progresso da humanidade, o futuro nunca é assegurado. Certamente, na maioria das frentes, está em debandada há anos – a chama de sua vela enfrenta furacões como a ignorância, a irresponsabilidade, satisfações de crto prazo e ganância por poder. Por isso é importante que aqueles de nós que acreditam na liberdade se tornem porta-vozes cada vez mais eficazes desse ideal.

As Regras de Ouro

Para isso eu ofereço essa lista de 10 regras. Essas regras não têm nenhuma ordem específica a ser seguida. Então, caro leitor, eu deixo você decidir quais são as regras mais importantes. (Mesmo porque a lista não pretende ser a palavra final sobre o assunto, e eu também convido aos leitores adicionarem regras a lista).

1. Se motive. Liberdade é mais que uma feliz coincidência. É um imperativo moral, digno de cada grama de paixão que as pessoas boas possam reunir. Não é apenas ficar excitado com o ano eleitoral, ou responder sobre algum problema da vida. É sempre a diferença entre escolha e coerção, entre viver sua vida ou os outros vivendo ela para você (e às suas custas). Se a liberdade é perdida, talvez nunca possa ser recuperada na sua geração ou na de seus filhos e netos. Para resolver problemas evitando conflitos e aproximando pessoas não há pior caminho que a política e a força; e não há melhor caminho para liberdade do que a troca pacífica e a cooperação para florescer.

2. Aprenda. Mais precisamente, nunca pare de aprender! Para ser eficazmente persuasivo, não há nadamelhor do que dominar os fatos e as fundações. Conheça as nossas idéias para trás e para a frente. Ler ou ouvir economia, história ou filosofia nunca é demais para ser o melhor persuasor da sua vizinhança. Deixe a conversa fiada em adesivos para carros. Venha armado com substância, não com slogans.

3. Seja otimista. Estou cansado e desencorajado de ouvir derrotistas falando assim: “Acabou. A República está perdida. Não tem volta. Ferrou. Estou deixando o país.” Qual é o ponto dessa conversa? Certamente não é inspiradora. Pessimismo acaba terminando mau. Pessimistas só se desarmam e desestimulam os outros; ninguém ganha nada com isso. Se você verdadeiramente acredita que tudo está perdido, a melhor coisa a se fazer é esquecer que pode estar errado e deixar os otimistas liderarem a caminhada. (Isso significa deixar o pessimismo para trás).

4. Use humor. Até mesmo negócios sérios tem momentos de leveza. Tempere seus casos com humor e poderá torna-los mais atrativos, mais humanos. Se você não conseguir sorrir quando você estiver fazendo uma defesa de um caso para a liberdade, se você não pode evocar um sorriso ou uma risada da pessoa que está falando, então você está no caminho de perder a batalha. Humor quebra o gelo.

5. Levante questões. Você não tem que dar uma palestra para cada potencial ouvinte. Aprenda a destrinchar o método Socrático, especialmente se você estiver conversando com algum ideólogo estatista. Na maioria das vezes, essas pessoas que mantêm suas posições não porque eles estão bem familiarizados com o pensamento libertário e o tê-lo rejeitado, mas porque eles simplesmente não sabem o nosso lado. Uma linha habilidosa de questionamento muitas vezes pode levar a uma pessoa a pensar sobre suas premissas de formas que nunca haviam pensado antes.

6. Mostre que se importa. Tem sido dito que as pessoas não se importam com o que você sabe se não sabem com o que você se importa. Foque em pessoas reais para argumentar em favor da liberdade. Leis e políticas contrárias a liberdade produzem bem mais que apenas maus números, elas esmagam os sonhos de pessoas reais que querem melhorar suas vidas e as vidas daqueles que eles amam. Cite exemplos de como o Governo atravancou o caminho de pessoas reais mas não fique só no aspecto negativo: tente citar casos em que pessoas conseguiram seus objetivos ao obterem a liberdade para tentar.

7. Apele para superioridade moral. Liberdade é um dos arranjos socioeconômicos que demanda altos padrões de caráter moral. Não pode sobreviver se pessoas são largamente desonestas, impacientes, arrogantes, irresponsáveis, focadas somente no curto prazo e não tenham respeito à vida, direitos e bens dos outros. Esta verdade fala muito sobre a superioridade moral da liberdade sobre todas as outros “sistemas”. A humanidade é composta de indivíduos únicos, não é um coletivo disforme a ser comandado por elitistas que se imaginam nossos mestres e planejadores. Qualquer arranjo que coloca nossas vidas distintas em um liquidificador coletivista é uma ofensa moral. Utilize este argumento para atacar o coração do caso de qualquer adversário.

8. Desenvolva uma personalidade atraente. Um libertário que conhece todos os fatos e teorias ainda pode ser repulsivo e ineficaz se ele é condescendente, vingativo, grosseiro, bruto, hipócrita, ou muitas vezes se está em modo de “ataque”. É por isso que clássico de Dale Carnegie, “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, deve estar na lista de leitura de cada libertário . Você quer mudar o mundo ou apenas bater o seu peito? Conversar com outras pessoas ou falar com você mesmo? Maneire na negatividade! Alguns libertários apenas falam de más notícias. Estas são as pessoas que vêem nada de bom acontecendo em lugar algum. Esta atitude surge como se eles estão dizendo a você: “Pare de se divertir. A única boa notícia é que não há nenhuma. Se você acha que é uma boa notícia, vamos lhe dizer por que não é.” Essa atitude pega mal e raramente ganha convertidos. Heróis e histórias heróicas estão à nossa volta, não os ignore resistindo sempre nas histórias sobre canalhas e as decepções.

9. Não exija a total e imediata aceitação. Você já se deparou com um libertário para o qual se você não confessar todos os seus pecados e se arrepender intelectualmente, você é um pária? A história do progresso nas idéias fornece poucos exemplos de pessoas que estavam erradas sobre tudo se transformarem em um pulo para pessoas que estão certas sobre tudo. Devemos ser pacientes, convidativos e compreensivos. Saiba quando as rachaduras estão aparecendo na parede de um oponente e lhe dê espaço para derrubá-la ele mesmo. Lembre-se de que todos nós temos pontos de vista hoje que não aceitávamos no passado. Nenhum de nós saiu do ventre com uma cópia de “O Caminho da Servidão” em nossas mãos.

10. Faça aliados, não inimigos. Um punhado de libertários enclausurados, ineficazes -mas muito barulhentos- fantasiam-se árbitros da fé. Eles se comportam como se o maior inimigo não fosse aquele que não abraça nenhum dos preceitos libertários, mas aqueles que abraçam alguns dos nossos preceitos, mas não todos. Então, quando eles encontram um libertário companheiro que já teve diferentes pontos de vista, ou é ortodoxo em um problema ou dois, eles começam a difamá-lo. Isso os faz sentir bem, mas prejudica a causa maior. Se dissermos que queremos fazer do mundo um lugar melhor, mais libertário, não podemos torná-lo desconfortável para qualquer um a ser mover na direção certa.
LAWRENCE W. REED
Lawrence W. (“Larry”) Se tornou presidente da FEE em 2008. Antes disso, ele foi um dos fundadores e presidente por 20 amos do Centro Mackinac de Políticas Públicas em Midland, Michigan. Ele também ensinou Economia em tempo integral e presidia o Departamento de Economia da Northwood em Michigan de 1977 até 1984.

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